Justiça manda CEF devolver em dobro cobrança indevida de cheques sem fundos

A Caixa Econômica Federal (CEF) terá que devolver as tarifas cobradas indevidamente de clientes em todo o país, desde seis de setembro de 2002, por emissão de dois ou mais cheques sem fundos em sequência numérica. O valor a ser devolvido será o dobro do cobrado do cliente, acrescido de correção monetária e dos juros do cheque especial praticados pela instituição no momento da cobrança.

A CEF deve realizar levantamento em seu banco de dados para identificar os consumidores lesados pelas cobranças indevidas e promover o ressarcimento. A medida independe de solicitação do cliente e vale mesmo para aqueles que não possuem mais conta no banco. A CEF tem seis meses, a partir da intimação da sentença, para realizar o levantamento. A multa pelo descumprimento da decisão judicial é de cem mil reais por dia.

A decisão é do juiz Ronaldo José da Silva, da 2ª Vara Federal de Campo Grande (MS), atendendo pedido do procurador da República Emerson Kalif Siqueira, do Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso do Sul, em ação contra a cobrança indevida da taxa. Há possibilidade de recurso contra a decisão.

Entenda o caso
A irregularidade ocorria quando o cliente emitia mais de um cheque na mesma data. De acordo com a sequência numérica, se não houvesse saldo suficiente para o pagamento do primeiro cheque, os demais eram automaticamente devolvidos, mesmo que houvesse saldo para o pagamento de pelo menos um deles. O banco, então, cobrava tarifa pela emissão de cheque sem fundos em relação a todos os documentos.

A prática foi considerada irregular pelo Banco Central. A CEF admitiu o erro, alterou a rotina de compensação de cheques em quinze de abril de 2007 mas negou-se a ressarcir os clientes pela cobrança irregular, alegando dificuldades operacionais.

Em sua decisão, o juiz considerou que “dificuldades técnico-operacionais não se afiguram justificativa plausível e aceitável para eximir a ré do dever de reparar os danos causados a seus clientes”.

Referência processual na Justiça Federal de Campo Grande - 2007.60.00.008319-1

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Papudiskina - Caso Dr. Valter e outros assuntos cotidianos

Por Daniel Oliveira da Paixão

Prisão de acusados de assassinato do Dr Valter
Agora que a Polícia prendeu dois acusados da morte do Dr Valter, surgem acusações, ainda sem provas, de que o mandante seria alguém da própria família da vítima. É uma temeridade o que alguns jornais estão fazendo, divulgando amplamente o fato, sem o devido cuidado que se deve ter nesses casos. Muitas vezes a pressa em alardear tais informações contribuem ou para a condenção de inocentes ou para a absolvição de culpados. Nem mesmo quem está preso pode ser apontado como criminoso. Há dois tipos de prisões comuns nesses casos: a temporária, que detém o acusado provisoriamente para ouvi-lo mais detalhadamente sobre os fatos, e a preventiva, que é decretada com a finalidade de impedir que o acusado eventualmente venha a fugir ou coagir testemunhas.
Então, minha gente, o que há de concreto é que as investigações agora estão bem avançadas, mas ninguém foi condenado por enquanto. Então, vamos respeitar a presunção de inocência e o amplo direito de defesa e do contraditório. Nem mesmo eventuais confissões à autoridade policial nem aquelas sob os holofotes das emissoras de TVs têm validade juridica. O que vale são as provas que se apresentarem ao longo de uma árdua e dolorosa investigação. Sob pressão psicológica ou sob o porrete da polícia, muitos inocentes acabam se declarando culpados antecipadamente, embora eu não creio que esteja havendo esse ignóbil tipo de comportamento em Cacoal. Eu sempre disse que apesar de todos os problemas e dificuldades do sistema judiciário brasileiro, a Justiça e a Polícia de Rondônia seguramente são as melhores de todo o Brasil. Eu mesmo já vi depoimentos de pessoas do próprio Conselho Nacional de Justiça elogiando a Justiça e a Polícia de Rondônia. Eu confio plenamente no competente trabalho dos delegados de polícia de Cacoal e em nossos igualmente competentes juízes de direito.

Ao prefeito Franco
Daqui a oito dias o prefeito Francesco Vialetto (carinhosamente conhecido como padre Franco, pois também é um dos mais conceituados sacerdotes que esta cidade já conheceu), estará completando um ano de atuação à frente do Palácio do Café. Eu gostaria de cumprimentá-lo publicamente pelas medidas corajosas que vem tomando nos últimos dias, numa inequívoca demonstração de que começa a entender melhor como funciona a administração pública e temos certeza de que no ano de 2010 a prefeitura vai atuar com muito mais firmeza do que neste ano.
2009, decididamente, não foi bom para Cacoal. Tivemos muitos problemas e claro que não podemos colocar tudo isso na conta de quem acabou de assumir o comando de uma administração, especialmente alguém que não tinha nenhuma experiência no que concerne ao poder público, seja ela no Legislativo ou no Executivo.
Mas o que importa é que o padre Franco sempre demonstrou confiança de que dominaria a situação e eu espero que ele, juntamente com aquelas pessoas sérias que o rodeiam, possam tomar as rédeas da situação. Digo isto porque algumas pessoas que ocupam cargo de primeiro escalão na prefeitura (não vou citar nomes), realmente parecem estar no lugar errado, na hora errada. Mas também temos bons nomes ocupando cargos nessa administração e não podemos generalizar e por todos na mesma balança.
Sou uma pessoa crítica, combativa e apaixonado por política, mas também procuro ser justo. Temos de dar a "César o que é de César" e a "Deus o que é de Deus". Eu sempre critiquei a inércia da atual administração ao longo deste ano. A prefeitura caminhava a passos de tartaruga. A coisa ainda não está nada boa. Mas eu tenho visto que o prefeito começou a enxergar a situação e a cobrar mais postura de seu staff político. E isso eu tenho de elogiar porque vejo luz no fim do túnel. Diante de tal situação só há duas vertentes comportamentais que eu posso ter: 1) assumir uma posição negativa e acreditar que 2010 será continuidade de tudo o que de pior aconteceu em 2009; 2) ou assumir uma opção otimista e acreditar que teremos muito mais ações positivas do que negativas em 2010. Do fundo do coração, estou sentindo que 2010 vai ser um ano muito positivo e o padre Franco vai recuperar o prestígio que sempre teve. Claro que uma coisa é ser um abnegado e ferveroso sacerdote. Outra coisa é ser prefeito de uma cidade. Mas com a ajuda de Deus, dos seus secretários e com o suporte ético e moral que ele sempre professou, dá para ele ser um grande prefeito também. Assim esperamos e assim acreditamos. Que Deus ilumine o nosso prefeito e ele, de fato, possa governar para o povo sofrido de Cacoal e não para uma pequena elite política que sempre se enriqueceu a custa de privilégicos decorrentes de sua relação com o poder público.

SAAE tem novo diretor administrativo (o terceiro da era Franco)
José Luiz de Souza Leite, servidor de carreira do Serviço de Água e Esgotos de Cacoal (SAAE), foi nomeado como diretor administrativo daquela autarquia pelo prefeito Francesco Vialetto e apresentado oficialmente no início do mês. Com isso, ele se torna o terceiro diretor administrativo a ser nomeado só este ano. Os dois nomeados anteriormente acabaram optando por deixar o cargo. O primeiro deles foi Jonadabe da Silva Lima, que ficou no comando administrativo por apenas 90 dias e foi embora sem ao menos se despedir dos servidores. O segundo deles, terceiro da lista entre os mais votados, foi José Milton Amorim, que se afastou no início desse mês. O novo diretor também havia sido votado pelos servidores do SAAE e havia ficado em segundo lugar da lista, mas em vez dele, o prefeito preferiu nomear o terceiro entre os mais votados. Mas agora, finalmente, decidiu nomeá-lo quando o seu antecessor preferiu pedir exoneração do cargo.

Democracia na administração pública
Muitos políticos dizem que são democráticos, mas, na verdade, seus discursos nem sempre são condizentes com a prática, pois o que eles querem sempre é manter uma imagem positiva diante do público. Eu mesmo, por acreditar que com certos políticos a coisa seria diferente, já fui perseguido. Claro que não estou falando dessa administração, da qual não participo, mas daquelas em que participei. Não são os que estão de fora que sofrem perseguições, mas os que estão do lado de dentro. Falo isso com conhecimento de causa, pois já atuei como assessor de imprensa nas prefeituras de Ji-Paraná, Cacoal, Pimenta Bueno e Espigão do Oeste e também como assessor de imprensa das Câmaras municipais de Pimenta Bueno e de Cacoal. Para nós, jornalistas, o importante é atuar de forma coerente. Claro que uma coisa é você estar do lado de fora e outra coisa diferente é fazer parte de uma administração. Sendo parte, o jornalista tem que realmente passar a visão de governo, ser coerente com a sua condição. Mas isso não quer dizer que deva perder sua independência crítica e analítica, embora tenha de agir como alguém que se concentra nas ações de governo. Isto significa "passar a visão de governo" sem necessariamente ser avalista dela. Mas, claro, não é decente um assessor de imprensa falar mal do governo para o qual trabalha. O mínimo que se requer, nesses casos, é respeito à instituição que representa.

Propaganda estranha na TV
Terça-feira estive conversando com o meu amigo Sérgio Augusto Ferreira, empresário do ramo de tintas em Cacoal, e ele comentava sobre a propaganda na TV onde se pede para que o empresariado dê uma nova chance aos egressos do sistema penitenciário para que evitemos, assim, a incidência de ações criminosas por parte dessa gente. Ele questionava: porque o Governo quer que o empresariado dê oportunidades a ex-presidiários se nos concursos públicos qualquer um que queira concorrer precise, em muitos casos, até levar uma certidão negativa da justiça?
Ele tem razão. Penso que o governo tem meios para dar suporte a ex-presidiários porque conta com um aparato policial para eventuais emergências. Claro que muitos ex-presidiários realmente vão se recuperar. Mas não todos. E, no caso desses para os quais não há trabalho que os possa redimir, há necessidade de um acompanhamento mais de perto do aparato do Estado para evitar maiores danos à sociedade.
Acho louvável que se dê oportunidades para egressos do sistema prisional, mas as devidas cautelas são necessárias.

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Presos pela Polícia Civil assassinos do presidente da OAB-Cacoal

O vidraceiro Cássio de Jesus Claros, de 27 anos e o pintor Jonas de Freitas, de 29 anos, foram presos no último dia 18, acusados pela morte do advogado Valter Nunes de Almeida. Durante as investigações foi confirmado que a morte do advogado foi encomendada. Valter Nunes de Almeida foi assassinado em seu escritório, no dia 30 de março de 2007, com sete disparos de arma de fogo.

O delegado Regional de Cacoal, Fernando Oliveira, informou que Cássio de Jesus Claros confessou a participação no crime. Segundo o acusado, ele pilotou a motocicleta e uma pessoa por ele conhecida apenas por “diabo loiro, polaquinho e lenga” efetuou os disparos contra o advogado. Na residência de Jonas de Freitas foi apreendida uma motocicleta Honda CG de cor vermelha com as mesmas características da motocicleta usada pelos assassinos no dia do crime. “Cássio recebeu R$ 26.000,00 pela participação no crime e Jonas se recusou a informar o valor recebido”, disse o delegado.

Conforme o delegado, durante as investigações foi constatado que Cássio e Jonas foram contratados para assassinar Valter Nunes de Almeida. O possível mandante do crime está sendo investigado pela polícia. “As investigações não irão parar até prendermos o mandante do crime”, enfatizou Fernando Oliveira.

Valter Nunes de Almeida estava inscrito na OAB desde 1984. Ocupava pela terceira vez o cargo de presidente da OAB em Cacoal. Era muito conceituado no município, participando ativamente de várias entidades de classe. Sua morte causou grande repercussão Estadual. A informação é de Eliana Santos, PC, Cacoal.

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Dengue preocupa autoridades em Cacoal

A Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) realizou na tarde desta terça-feira (15) uma coletiva com a imprensa para prestar esclarecimento sobre a situação da Dengue em Cacoal. O encontro foi promovido na sede da Semusa e contou com a presença do vereador Fernando Farias e do Pastor Orlins Ramos, representando a Cemaderon.

De acordo com informações do setor epidemiológico foram registrados 1616 casos de dengue no município, durante o ano de 2009, sendo que o maior número de contaminações se deu a partir do mês de abril. Segundo a coordenadora do setor de saúde, Ivani Gromann, Cacoal está vivendo um momento de alerta para uma grande epidemia.

Ivani disse que muitas pessoas estão banalizando a dengue e isso é preocupante, pois em caso de portadores de outras doenças como diabetes, hipertensão, problemas renais e outros, mesmo a dengue clássica pode promover uma complicação no quadro clínico do paciente e leva-lo a óbito.

Segundo dados da Secretaria de Saúde, os bairros com o maior índice são respectivamente, o Floresta, Jardim Clodoaldo, Teixeirão, Riozinho, Vilage do Sol, Novo Cacoal e Centro. Na área rural, o índice é menor, mas inspira cuidados, pois já foram registrados 37 casos.

Casos de óbito
Com relação aos noticiários que publicaram mortes por dengue no município, na semana passada, a coordenadora informou que ainda não está comprovado. Uma das vítimas tinha glicemia alta, era diabética e hipertensa além de ter apenas um rim. “A dengue colaborou com a complicação da paciente”, disse. Os casos ainda não foram confirmados.

Ivani disse que em março houve um óbito e que o resultado do exame só saiu agora. “Na época houve suspeita de leptospirose, mas o exame comprovou dengue”, afirmou.

A maior causa da proliferação do mosquito continua sendo o lixo doméstico e fossas desativadas, que armazenam água parada e tornam-se grandes criadouros. Segundo o vereador Fernando Faria, será necessário um investimento de 500 mil reais para aterrar todas as fossas. Quanto ao lixo doméstico, o edil apresentou uma proposta para que um morador em cada quadra possa se encarregar da fiscalização em sua área. Para ele, esta seria uma medida viável e com maior mobilização social. Ivani Gromann garantiu que iria apresentar a proposta ao Comitê da dengue, para que possa ser analisada.

O gerente do controle de endemias, Flaviano Melo, informou que o setor disponibiliza de dois carros para o fumacê e 35 agentes que promovem a conscientização nas residências. Segundo ele, em cada caso notificado é feito um trabalho de bloqueio na área do foco, mas não é o suficiente “Enquanto a sociedade não se unir e cada qual assumir o seu papel, a dengue não vai acabar”, finalizou.


Assessoria de Imprensa da PMC

Em 16 de dezembro de 2009

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SEMTTRAN CONSTRÓI ROTATÓRIA EM CACOAL

A Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (Semttran) deu início na semana passada à construção de uma rotatória na Avenida Rio de Janeiro, esquina com a Avenida Belo Horizonte. O serviço foi indicado em um projeto elaborado pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e visa mudanças em alguns pontos da cidade para promover a segurança da população.

O Secretário Municipal de Trânsito, Gerson Antônio Sapper, disse que a rotatória tem caráter experimental e que será avaliada a adaptação dos condutores e os resultados do serviço, para que outros locais também possam receber as mudanças. “As intervenções vão diminuir os pontos de conflitos e dar mais segurança aos usuários”, afirmou.

Sapper informou que estão previstas duas intervenções na Avenida Belo Horizonte, sendo uma na esquina com a Rua Inderval José Brasil e outra com a Castelo Branco. A Avenida Malaquita que interliga cinco bairros, também sofrerá uma alteração na esquina com a Avenida Porto Alegre. Serão atendidos cerca de 50 pontos no perímetro urbano, já que 80% da população do município reside na cidade.

De acordo com o secretário alguns pontos dependem de pavimentação asfáltica, mas que todas as mudanças serão efetuadas. “Vamos executar o projeto de acordo com a disponibilidade orçamentária do município”, concluiu.

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MELKI DONADON PARTICIPA DO ENCONTRO DE PARTIDOS EM JI-PARANÁ

No domingo 06/12, o pré-candidato ao governo pelo Partido Humanista da Solidariedade – PHS, Melki Donadon e o presidente regional da sigla Herbert Lins, estiveram na cidade de Ji-Paraná, participando do Encontro Político promovido pelos partidos PRP, PT do B e PSL, visando à construção de uma possível coligação para eleger de quatro a cinco deputados estudais e possivelmente um federal nas próximas eleições.

No Encontro, o presidente regional do PHS e pré-candidato ao senado, Herbert Lins, no seu discurso, afirmou que o partido vive o seu melhor momento no Estado, apesar do assassinato brutal do seu vereador Jefferson PIPI. Entendemos que no primeiro momento foi construída uma nominata forte em todos os níveis para disputar as próximas eleições e que agora o partido inicia o segundo momento, ou seja, a busca de coligações e composições para juntos rumarem à vitória nas próximas eleições gerais de outubro, finalizou Herbert Lins.

Também se fizeram presente ao Encontro o vice-presidente administrativo do PHS, Gleysson Belmont, o ex-vice prefeito de Espigão do Oeste José Espeto (PHS), o vice-governador João Cahúlla (PPS), o prefeito de Ji-Paraná José de Abreu Bianco (DEM), o ex-deputado Nilton Capixaba (PTB), o ex-prefeito de Ouro Preto do Oeste Carlos Magno (PP), o ex-prefeito de Alto Paraíso Altamiro Souza (PMN), o ex-deputado Valdivino Tucura (PRP), o ex-secretário de educação do Estado Cezar Licório, o secretário regional do PSL Tião do Taxi, o presidente regional do PMN Sandro Moret e o presidente regional do PT do B Miguel Queiroz e muitos dos pré-candidato a deputado federal e estadual das agremiações promotoras do evento.

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